Ministros trocaram acusações durante sessão, e Cármen Lúcia fez um apelo pela preservação da imagem do Supremo

15 set 2026 - 10h07

(atualizado às 18h34)

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- Por: Isabella Lima

Moraes vota pela unificação de seu julgamento com Mendonça no STF:

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta terça-feira, 15, uma sessão marcada por bate-bocas entre ministros, acusações e divergências sobre a condução da investigação envolvendo Alexandre de Moraes e o ex- banqueiro Daniel Vorcaro. Durante a análise do caso, a questão de ordem que discute se o processo de Moraes deve ser julgado conjuntamente com o de André Mendonça terminou com o placar em 4 a 4, antes de Flávio Dino pedir vista. Ao longo de mais de cinco horas de sessão, Moraes e Mendonça trocaram acusações, Gilmar Mendes e Luiz Fux divergiram sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal e Cármen Lúcia afirmou estar “envergonhada” com a situação da Corte.

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A sessão foi interrompida entre 13h e 15h30 e retomada com a análise da questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes, que pediu a suspensão do julgamento e a análise conjunta dos casos envolvendo Moraes e Mendonça. Fachin, Mendonça, Fux e Cármen Lúcia votaram contra o pedido, enquanto Flávio Dino, Cristiano Zanin e o próprio Moraes acompanharam Gilmar pela análise conjunta dos casos no dia 23. Com isso, o placar ficou em 4 a 4 a favor do julgamento conjunto. Zanin argumentou que a Corte deveria avaliar primeiro eventuais “vícios” na relatoria de Mendonça antes de analisar a situação de Moraes.

Zanin segue Dino e Gilmar e vota para que caso Moraes seja analisado junto ao de Mendonça:

Durante a votação, Moraes afirmou que não houve “tempo hábil para análise dos julgadores” sobre as 51 mensagens enviadas por Daniel Vorcaro. O ministro sustentou que o material exige um exame mais aprofundado antes de qualquer conclusão do plenário e destacou que a remessa dos dados brutos do celular do banqueiro pela Polícia Federal demanda ainda mais tempo de análise.

Sobre o escopo da petição em análise, Fachin rebateu Moraes e afirmou que o plenário pode ou não acolher o pedido de arquivamento apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o presidente do STF, caso o parecer não seja acatado, isso poderá resultar na abertura de um novo procedimento para apuração dos fatos, conforme previsto no Regimento Interno da Corte.

Moraes ouviu atentamente leitura de processo

Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF

Moraes também classificou como “patético” o voto de Mendonça na discussão sobre o julgamento conjunto dos casos. Mendonça afirmou que a Polícia Federal levou ao gabinete do relator uma “notícia de fato” sobre as mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes. Segundo o ministro, a corporação apontou possíveis menções ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O embate entre os dois voltou a subir de tom quando Moraes afirmou que Mendonça já tinha conhecimento das menções a ele no celular de Vorcaro. Mendonça respondeu que, em outro episódio, o material havia sido produzido à margem da lei, enquanto a apuração determinada em agosto ocorreu diante de possíveis referências a Rodrigues e Gonet. Durante a fala de Moraes, Mendonça reagiu algumas vezes: “Meu Deus”, disse. Moraes respondeu: “Versões e interpretações, cada um tem a sua”. “Tô vendo”, retrucou Mendonça. “Fatos são fatos”, continuou Moraes. “Tô vendo”, repetiu o ministro, em tom irônico.

A outra discussão envolveu Gonet, que afirmou que eventual investigação sobre sua conduta deve ser conduzida pelo órgão competente do Ministério Público Federal e que “ficou feliz” com a constatação preliminar de Mendonça de que não haveria ilícitos envolvendo sua atuação e sua relação com Vorcaro. Gilmar Mendes saiu em defesa do procurador-geral e acusou Mendonça de agir com “sentimento policialesco”. O decano ainda afirmou: “É impressionante a desfaçatez desse sujeito”. Mendonça reagiu e retrucou aos gritos, até que Flávio Dino pediu vista no julgamento devido ao bate-boca.

Gilmar diz que é ‘impressionante desfaçatez’ de Mendonça, que responde aos gritos no plenário do STF:

Mesmo após o pedido de vista de Dino, Fachin solicitou que Fux e Cármen Lúcia apresentassem seus votos. Em sua primeira manifestação sobre o caso, depois de cerca de cinco horas em silêncio, Cármen Lúcia iniciou seu voto afirmando que não costuma antecipar sua posição após pedidos de vista. A ministra, porém, disse se manifestar com “profunda tristeza e consternação” e afirmou que o Supremo provocou um “mal-estar cívico” entre os brasileiros. Ela também declarou estar “envergonhada” com a situação.

Cármen Lúcia pediu desculpas aos brasileiros por não ter conseguido contribuir para uma solução para a crise no Supremo. Disse que gostaria de ter sido “melhor” para ajudar a acalmar os ânimos, mas reconheceu que não conseguiu. A ministra também criticou a “espetacularização” do caso e da própria sessão desta terça-feira. "O povo brasileiro deveria estar ocupado com a eleição geral", disse ela. "O único assunto que eu via era sempre o que estava acontecendo aqui. E não era um quadro bonito", acrescentou.

Cármen Lúcia diz estar 'envergonhada' e pede desculpas ao povo brasileiro por crise no STF:

Sessão é marcada por bate-bocas entre ministros

Na primeira parte do julgamento, antes da pausa, os ministros já haviam protagonizado momentos de tensão durante a análise do caso. Um dos mais acalorados ocorreu quando o ministro Alexandre de Moraes, principal alvo da apuração analisada pelo STF, rompeu o silêncio após quase duas horas de sessão e entrou em confronto com Mendonça, relator do caso que deu origem ao relatório da PF. "Quem tem medo da Polícia Federal?", questionou Moraes. Em seguida, acusou Mendonça de estar "a serviço de um grupo político que tentou dar um golpe".

Alexandre de Moraes pode ter hoje seu futuro definido no STF

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Mendonça rebateu a acusação e negou ter acionado a PF para incluir Moraes em uma colaboração premiada. O ministro chamou de "mentira" a afirmação e disse que eventuais testemunhas poderiam ser convocadas para esclarecer o episódio. "Podem chamar quem quiser, vão mentir", afirmou Mendonça.

Moraes também afirmou que não seria possível julgar a validade da apuração sem analisar a atuação de Mendonça no caso. Segundo ele, o relator teria pedido à PF que incluísse seu nome na investigação por influência de um grupo político que tentou dar um golpe no país. O ministro ainda defendeu os relatórios de inteligência usados para questionar a conduta de Mendonça e afirmou que os documentos não são "apócrifos", pois foram produzidos por delegados da PF.

Pouco depois, Gilmar Mendes também entrou em confronto com Mendonça e afirmou que houve uma “evidente condução político-eleitoral” por parte do ministro ao determinar a investigação sobre Moraes. O decano associou a iniciativa ao feriado da Independência, em 7 de setembro. Mendonça rebateu e pediu que Gilmar não lhe apontasse o dedo. Em resposta, afirmou que “não é qualquer um” e cobrou respeito ao tribunal.
Afastamento de diretor da PF provoca novo embate no STF
Além disso, Gilmar Mendes e Luiz Fux também protagonizaram um momento de tensão na primeira parte da sessão, ao divergirem sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado por Mendonça. Gilmar criticou o fato de ter pedido vista do processo às 10h01, enquanto Fux e Nunes Marques já haviam apresentado votos favoráveis ao afastamento poucos minutos depois. Para o decano, não seria possível analisar em tão pouco tempo um documento extenso sobre o caso. Na sequência, Gilmar elevou o tom ao criticar a decisão e classificou o afastamento como um "vexame".
"Qualquer cidadão que tenha o mínimo de noção do que significa a Polícia Federal, que é um órgão armado, submetido à hierarquia, não faria afastamento de um diretor-geral da Polícia. É como afastar o diretor-presidente da NASA, tirar o comandante do Exército, os principais", afirmou Gilmar Mendes.
Fux rebateu e acusou a existência de uma "PF paralela" que, segundo ele, estaria atuando contra o Judiciário. "O que não pode é a Polícia Federal, trabalhar contra o Poder Judiciário, instrumentalizar pessoas para sustentarem posições contra o Poder Judiciário", afirmou. O ministro também disse nunca ter visto a PF "peitar um ministro do Supremo Tribunal Federal" e afirmou que havia o risco de uma estrutura ser criada para atuar contra integrantes da Corte.
Gilmar Mendes cita a Nasa e diz que ‘qualquer cidadão’ não afastaria diretor da PF; Fux rebate:
Fachin faz apelo pela preservação da Corte
Fachin iniciou a sessão com uma manifestação sobre a crise sem precedentes enfrentada pelo Supremo. O presidente da Corte afirmou que o colegiado tem o dever de conduzir o tribunal durante um período difícil e defendeu a preservação da independência, da colegialidade e da fidelidade ao processo.
"Não se julgam pessoas, julgam-se fatos e questões jurídicas. Não se antecipa o mérito antes de resolvida a validade processual. A divergência é legítima, o confronto pessoal não. E a decisão pertence ao plenário, não a um ministro individualmente", afirmou.
Na sequência, o presidente da Corte fez referências à história do Supremo e citou ministros que foram atingidos pela Ditadura Militar, como Victor Nunes Leal, Hermes Lima e Evandro Lins e Silva, aposentados compulsoriamente em 1969. Também mencionou Ribeiro da Costa, que presidia a Corte durante a ruptura institucional de 1964.
Sessão plenária extraordinária do STF de 15 de setembro de 2026
Foto: Rosinei Coutinho/STF
"A memória desses ministros não é apenas parte da história do Supremo. Ela nos impõe uma responsabilidade. Memória, portanto, é responsabilidade", disse Fachin. O magistrado também afirmou que o tribunal já atravessou períodos de "crises, autoritarismos, ameaças e incompreensões" e ressaltou que a Corte não pode ser menor para as próximas gerações.
"Não temos o direito de entregar às gerações futuras um Supremo Tribunal Federal menor do que aquele que recebemos. Isso não significa ausência de divergência. Ao contrário. O Supremo existe para que posições jurídicas diferentes possam ser apresentadas, debatidas e submetidas ao julgamento do colegiado. Há respeito institucional mesmo quando há discordância", declarou Fachin.
‘Não podemos entregar um Supremo Tribunal menor’, diz Fachin no início da análise do caso Moraes-Vorcaro:
Ministros declaram suspeição e não votam no caso
Participam da sessão também os ministros André Mendonça, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, a decana Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Luiz Fux.
Nunes Marques declarou-se suspeito e não participará da votação. Ao pedir a palavra, o ministro negou que seu filho, que é advogado, tenha recebido pagamentos do Banco Master. "Eu nunca julguei nenhum processo relacionado ao Master. Meu filho nunca prestou nenhum serviço ao banco ou foi remunerado pelo banco", disse. Ele justificou a suspeição pela repercussão do caso sobre as eleições de 2026, já que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em seguida, pediu para deixar a sessão, o que foi autorizado por Fachin.
Após Nunes Marques, Toffoli pediu a palavra e afirmou que também não participará da votação, embora sustente que não tenha cometido qualquer ilicitude. Em março de 2026, o ministro declarou-se suspeito para atuar no caso Master por motivo de foro íntimo, após a repercussão de que teria vendido sua participação em um resort no Paraná a um fundo ligado ao banco de Daniel Vorcaro. Segundo ele, a decisão foi tomada “para não constranger a Corte”.
Toffoli também afirmou que um relatório sobre o episódio foi arquivado pela Presidência do STF por falta de indícios de ilícito e classificou a apuração como “apócrifa e ilícita”. Apesar de não votar, disse que acompanhará o julgamento e poderá se manifestar: “Se eu achar necessário fazer uso da palavra, o farei.”
Toffoli acompanha Nunes Marques e decide não votar em caso envolvendo Moraes: ‘Nenhum ilícito foi identificado’:
Discussão sobre regimento provoca embate entre Dino e Fachin
Durante a sessão, houve um bate-boca entre Flávio Dino e Edson Fachin após Dino interromper a manifestação de Toffoli. Fachin afirmou que o ministro deveria solicitar autorização à Presidência antes de fazer a intervenção, seguindo o regimento interno da Corte.
Fachin elevou a voz após a postura de Dino e leu o trecho do regimento que estabelece que nenhum ministro pode falar sem autorização do presidente nem interromper quem estiver com a palavra, salvo em caso de aparte quando solicitado e concedido. Dino respondeu que, em sua interpretação, o aparte deve ser dirigido ao ministro que está falando. "A parte é dirigida a quem está com a palavra", afirmou.
O bate-boca também foi marcada por ironias entre os ministros. Em determinado momento, ao pedir um aparte a Gilmar Mendes, Dino pediu autorização para fazer o aparte a Fachin, que reconheceu: “A ironia está nas entrelinhas, sem dúvida, V. Exª.” Dino respondeu que a ironia servia para “descontrair o ambiente” e citou Aristóteles.
Dino cita Aristóteles após Fachin falar em 'ironia nas entrelinhas' do colega em julgamento:
Em outro momento, Fachin rebateu a interpretação de Dino de que teria ocorrido uma espécie de avocação de processos do caso Master pela Presidência do STF. O presidente afirmou que não retirou a relatoria de Mendonça e que os autos foram encaminhados à Presidência pelo próprio relator para que questões envolvendo integrantes da Corte fossem analisadas pelo plenário. "Eu, em momento algum, destituí relator algum", disse.
Fachin também afirmou que o termo “avocatória” exige cautela, por ser associado a regimes autoritários. Segundo ele, sua atuação teve como base dispositivos do regimento interno que atribuem à Presidência o dever de zelar pelas prerrogativas e pelo funcionamento do tribunal, além de prever a instauração de inquérito em determinadas situações. Para o ministro, essas regras e a jurisprudência da Corte permitem a atuação da Presidência quando fatos têm impacto direto sobre as prerrogativas institucionais do Supremo.
- Forte esquema de segurança na sede do STF
Foto: Valter Campanato | Agência Brasil
- Fachada do STF
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom | Agência Brasil
- Fachada do STF
Foto: Gustavo Moreno/STF
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Fachada do STF
Foto: Andressa Anholete/STF
- Símbolo da Justiça na fachada do STF
Foto: Fellipe Sampaio/STF
- Símbolo da Justiça na fachada do STF
Foto: Antonio Augusto/STF
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Símbolo da Justiça na fachada do STF
Foto: Gustavo Moreno/STF
- Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
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Policiamento no perímetro do STF
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
- Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
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Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Policiamento, esquema de segurança e imprensa acompanham julgamento de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Edson Fachin, presidente do Superior Tribunal Federal
Foto: Reprodução | TV Justiça
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Edson Fachin, presidente do Superior Tribunal Federal
Foto: Reprodução | TV Justiça
- Nunes Marques fala em sessão do STF
Foto: Reprodução | TV Justiça
- Fachin fala enquanto Moraes, Mendonça e Dino ouvem
Foto: Rosinei Coutinho/STF
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Alexandre Moraes durante sessão plenária extraordinária do STF - 15/09/2026
Foto: Rosinei Coutinho/STF
- Alexandre Moraes durante sessão plenária extraordinária do STF - 15/09/2026
Foto: Rosinei Coutinho/STF
- De cabeça baixa, Moraes ouve Fachin no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF
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Supremo Tribunal Federal (STF)
Foto: Alejandro Zambrana/STF
- Em crise, STF decide futuro de Moraes na Corte
Foto: Alejandro Zambrana/STF
- Supremo Tribunal Federal (STF)
Foto: Alejandro Zambrana/STF
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Sessão de julgamento de Alexandre de Moraes no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF
- Sessão de julgamento de Alexandre de Moraes no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF
- Sessão de julgamento de Alexandre de Moraes no STF
Foto: Rosinei Coutinho/STF
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Moraes ouve atentamente leitura de processo
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Ministro Alexandre de Moraes mostra-se abatido
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Gilmar Mendes ouve colegas no STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
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Luiz Fux em dia sessão no STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Dino reage ao ouvir fala de colega do STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Nunes Marques toma parte para falar no STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
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Ministro Mendonça sobe o tom com Moraes
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Mendonça toma a palavra no STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Ministros se concentram no processo enquanto Moraes observa
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
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Dino toma a fala no STF
Foto: Rosinei Coutinho & Alejandro Zambrana | STF
- Imagens de veículo adesivado com "Fora Lula" e "Fora Moraes", circulando pelas ruas
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
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Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
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Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
- Do lado de fora, população se manifesta contra Lula e contra Alexandre de Moraes
Foto: Agência Estado | Estadão Conteúdo
Fonte: Portal Terra
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